A Língua!

Um homem comum, como qualquer pessoa; cheio de vícios; e um de seus vícios era o cigarro!

Um certo dia este homem pegou o seu carro e saiu para uma viagem; ao passar por uma estrada entre duas fazendas, as quais ostentavam lindas lavouras, este homem acendeu um cigarro e fumava enquanto dirigia admirando as plantações.

Ao terminar de fumar, o homem sem se preocupar com o lugar em que cairia aquela ponta de cigarro, colocou-a entre os dedos e lançou-a pela janela do veículo, em direção a uma das lavouras.

Quando já estava a uma certa distância, ao olhar pelo retrovisor de seu veículo, aquele homem notou  um clarão e um fogo que se alastrava, então ele pensou:  Alguém está preparando outra área para uma nova plantação! não sabendo ele que aquela ponta de cigarro lançada lá atrás, havia caído entre as palhas secas que estavam espalhadas pelo meio da lavoura  e com o vento que soprava, lançou fagulhas aquecendo aquelas palhas encendeando-as e provocando aquele incêndio.

                                          Vamos meditar!

 O HOMEM:……………………..Um de nós;

 A ESTRADA:……………………Locais onde andamos e que convivemos;

 A PONTA DE CIGARRO:……Nossa língua;

 AS FAGULHAS:………………As palavras; e

 AS LAVOURAS:……………..As pessoas que nos cercam sendo alcançadas pelas nossas palavras

Mensagem: Tiago……3: 1 ao 12. Meus irmãos, muitos de vós não sejam mestres, sabendo que receberemos mais duro juízo.

Por que todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo.

Ora, nós pomos freio nas bocas dos cavalos, para que nos obedeçam; e conseguimos dirigir todo o seu corpo.

Vede também as naus que, sendo tão grandes, e levadas de impetuosos ventos, se viram com um bem pequeno leme para onde quer a vontade daquele que as governa.

Assim também a língua é um pequeno membro, e gloria-se de grandes coisas. Vede quão grande bosque um pequeno fogo incendeia.

A língua também é um fogo; como mundo de iniqüidade, a língua está posta entre os nossos membros, e contamina todo o corpo, e inflama o curso da natureza, e é inflamada pelo inferno.

Porque toda a natureza, tanto de bestas feras como de aves, tanto de répteis como de animais do mar, se amansa e foi domada pela natureza humana;

Mas nenhum homem pode domar a língua. É um mal que não se pode refrear; está cheia de peçonha mortal.

 

Tiago nos ensina que devemos aprender a controlar a nossa língua, para que não venhamos magoar alguém; Pois dependendo daquilo que falamos, poderemos ter um  retorno que não esperamos, e não vai adiantar tentarmos reparar o nosso erro, pois uma palavra falada sem sabedoria é como um prego que pregamos em uma tábua; Ainda que o arranquemos, ficará uma marca.

Por isso temos que tomar muito cuidado  ao falarmos algo, para que não venhamos magoar o nosso irmão.  AMÉM!

 

Presbítero Aparecido Queiroz.

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